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Não é uma novidade. Todo mundo tem, mas não para fazer a diferença.
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Amor é Prosa; Sexo é Poesia

Sábado, fui andar na praia em busca de inspiração para meu artigo de jornal. Encontro duas amigas no calçadão do Leblon:
- Teu artigo sobre amor deu o maior auê... – me diz uma delas.
- Aquele das mulheres raspadinhas também... Aliás, que você tem contra as mulheres que barbeiam as partes? – questiona a outra.
- Nada... – respondo. – Acho lindo, mas não consigo deixar de ver ali nas partes dessas moças um bigodinho sexy... não consigo evitar... Penso no bigodinho do Hitler, do Sarney... Lembram um sarneyzinho vertical nas modelos nuas... Por isso, acho que vou escrever ainda sobre sexo...
Uma delas (solteira e lírica) me diz:
- Sexo e amor são a mesma coisa...
A outra (casada e prática) retruca:
- Não são a mesma coisa não...
Sim, não, sim, não, nasceu a doce polêmica ali à beira-mar. Continuei meu cooper e deixei as duas lindas discutindo e bebendo água-de-coco. E resolvi escrever sobre essa antiga dualidade: sexo e amor. Comecei perguntando a amigos e amigas. Ninguém sabe direito. As duas categorias trepam, tendendo ou para a hipocrisia ou para o cinismo; ninguém sabe onde a galinha e onde o ovo. Percebo que os mais “sutis” defendem o amor, como algo “superior”. Para os mais práticos, sexo é a única coisa concreta. Assim sendo, meto aqui minhas próprias colheres nesta sopa.
O amor tem jardim, cerca, projeto. O sexo invade tudo isso. Sexo é contra a lei. O amor depende de nosso desejo, é uma construção que criamos. Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre de tesão. O sexo é um desejo de apaziguar o amor. O amor é uma espécie de gratidão posteriori pelos prazeres do sexo.
O amor vem depois, o sexo vem antes. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento.
No sexo, o pensamento atrapalha; só as fantasias ajudam. O amor sonha com uma grande redenção. O sexo só pensa em proibições: não há fantasias permitidas. O amor é um desejo de atingir a plenitude. Sexo é o desejo de se satisfazer com a finitude. O amor vive da impossibilidade sempre deslizante para a frente. O sexo é um desejo de acabar com a impossibilidade. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrrário não acontece. Existe amor sem sexo, claro, mas nunca gozam juntos. Amor é propriedade. sexo é posse. Amor é a casa; sexo é invasão de domicílio. Amor é o sonho por um romântico latifúndio; já o sexo é o MST. O amor é mais narcisista, mesmo quando fala em “doação”. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo no egoísmo. Amor e sexo são como a palavra farmakon em grego: remédio e veneno. Amor pode ser veneno ou remédio. Sexo também – tudo dependendo das posições adotadas.
Amor é um texto. Sexo é um esporte. Amor não exige a presença do “outro”; o sexo, no mínimo, precisa de uma “mãozinha”. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até mas sozinhos, na solidão e na loucura. Sexo, não – é mais realista. Nesse sentido, amor é uma busca de ilusão. Sexo é uma bruta vontade de verdade. Amor muitas vezes e uma masturbação. Seco, não. O amor vem de dentro, o sexo vem de fora, o amor vem de nós e demora. O sexo vem dos outros e vai embora. Amor é bossa nova; sexo é carnaval.
Não somos vítimas do amor, só do sexo. “O sexo é uma selva de epiléticos” ou “O amor, se não for eterno, não era amor” (Nelson Rodrigues). O amor inventou a alma, a eternidade, a linguagem, a moral. O sexo inventou a moral também do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge. O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O sexo é mais quieto, como um caubói – quando acaba a valentia, ele vem e come. Eles dizem: “Faça amor, não faça a guerra”. Sexo quer guerra. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo. Amor é egoísta; sexo é altruísta. O amor quer superar a morte. No sexo, a morte está ali, nas bocas... O amor fala muito. O sexo grita, geme, ruge, mas não se explica. O sexo sempre existiu – das cavernas do paraíso até as saunas relax for men. Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provinciais do século XII e, depois, revitalizado pelo cinema americano da direita cristã. Amor é literatura. Sexo é cinema. Amor é prosa; sexo é poesia. Amor é mulher; sexo é homem – o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. O amor domado protege a produção. Sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. Por isso, a única maneira de controla-lo é programa-lo, como faz a indústria das sacanagens. O mercado programa nossas fantasias.
Não há saunas relax para o amor. No entanto, em todo bordel, FINGE-SE UM “AMORZINHO” PARA INICIAR. O amor está virando um “hors-d’oeuvre” para o sexo. O amor busca uma certa “grandeza”. O sexo sonha com as partes baixas. O PERIGO DO SEXO É QUE VOCÊ PODE SE APAIXONAR. O PERIGO DO AMOR É VIRAR AMIZADE. Com camisinha, há sexo seguro, MAS NÃO HÁ CAMISINHA PARA O AMOR. O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. Amor é o sonho dos solteiros. Sexo, o sonho dos casados. Sexo precisa da novidade, da surpresa. “O grande amor só se sente no ciúme” (Proust). O grande sexo sente-se como uma tomada de poder. Amor é de direita. Sexo, de esquerda (ou não, dependendo do momento político. Atualmente, sexo é de direita. Nos anos 60, era o contrário. Sexo era revolucionário e o amor era careta). E por aí vamos. Sexo e amor tentam mesmo é nos afastar da morte. Ou não; sei lá... e-mails de quem souber para o autor.

Arnaldo Jabor

Receita da Amante Ideal

Do ponto de vista poético, jamais saberia definir a amante ideal, nem sequer a namoradinha descompromissada, da qual Pablo Neruda e Vinicius de Moraes, cada um a seu modo, cantaram o gesto, a graça e a glória. Tampouco saberia porduzir em ensaio moral (ou amoral) sobre a dita amante - e tremo em pensar que jamais haverá a amante ideal, pelo menos como a desejamos.
Mas há. Ao longo de alguns anos no exercício do duro ofício de homem, cruzei e descruzei com mulheres, amantes umas, amadas outras - todas deram problemas, espantos e triunfos. No calor do momento, todas pareciam únicas, primeiras e eternas, o que é uma banalidade da carne, da nossa carne e do nosso espírito. Cada qual tem seu gosto, sua cólera, seu roteiro de prazer e dor.
Como Siegfried, que, para se tornar imortal, banhou-se no sangue do dragão, mas uma folha caiu em suas costas e este ponto ficou vulnerável ao dardo mortal, mulher é um Siegfried andrógino; todas têm um ponto oculto, vulnerável, decisivo.
Mas a amante ideal existe. Pelas leis do mundo, que costumam ser cruéis para homens e mulheres, é possível que, no rolar das pedras, a cada homem caiba apenas uma única amante ideal, por mais que sua experiência e fome sejam extensas e fundas.
Ela não será bela, necessariamente, pois a beleza jamais será fundamental.
Ela será gostosa - não no sentido grosseiro da boazuda, mas feita ao "gosto" de nossos sentidos e apetites. Terá em síntese, às vezes de forma incompleta, tudo o que procuramos e perdemos em outras mulheres. Será honesta, mas não muito, o suficiente para, quando nos trair, deixar bem claro, a nós e ao outro, que o dono, o deus e o escravo delas continua o mesmo, ou seja, nós.
Voltará sempre e sempre perdoará até mesmo as nossas cachorradas. Será um pouco masoquista e em silêncio assumirá a sua condição de amante ideal, pagando o preço de tudo, mas jamais esquecendo as injúrias, não as graves, que jamais serão esquecidas, mas as banais, que juntas farão em sua carne uma mistura de raiva e desejo, fome a nos devorar com a pérfida boca da vingança - e, aí sim, ela encontrará sabedoria e calma para esquecer.
A amante ideal terá, mais ou menos, de oito a 12 anos menos que seu amo e senhor. Nem muito moça para os desvios do gosto e do jeito nem muito velha para lembrar - a nós homens - as mulheres que não deram certo. Pois a amante ideal sempre dará certo.
Um dia, descobriremos que a desejamos espantosamente, de 15 em 15 dias, de mês em mês, até que o tempo passou, 15 anos ou mais, e ela sobreviveu com sua força e sua tenacidade às duas ou três mulheres que durante o período passaram pelas nossas vidas, deixando escombros em nossa carne e no orgulho dela. Com o tempo, a amante ideal falará dessas mulheres em tom neutro, poderá repetir em causa própria o velho ditado machista segundo o qual o que é do homem o bicho não come.
A amante ideal sabe que tem a sua hora e vez. E espera. Saber esperar é o diferencial que torna a mulher verdadeiramente ideal, pois as outras mulheres nunca esperam, ao contrário, desesperam-se e partem para as cobranças abomináveis, alusões torpes, reivindicações mesquinhas. Quanto mais amaram ou pensaram que amaram, mais se tornam abomináveis nas cobranças e mesquinhas nas vinganças todas.
Ela mesma já está resignada a ser amante ideal, e nada pede, nada reclama. É paciente, humilde e laboriosa. Conhece nossas fraquezas, nossos medos, nossas misérias, Sobretudo nossas misérias. É a única que observa, com neutralidade: "Você hoje está muito abatido." As outras mulheres, quando pronunciam essa mesmíssima frase, estão sendo oblíquas, na verdade estão insinuando que gastamos nossas energias com outras.
A amante ideal terá sempre na bolsa o lencinho de papel que limpará nosso rosto de batom - mesmo quando o batom for de outra mulher. E quando estivermos tristes, mas tristes de não ter jeito, ela não perguntará por que e ficará triste também, só que sabendo por que ficou triste de repente.
Ventos, tufões, ventanias, coriscos, terremotos, convulsões da terra, da carne e da alma, tudo o que varre e destrói o homem tem na amante ideal o sismógrafo que registra a catástrofe. Ela se considera dotada de um sentido especial para prever essas confusões, mas ela está, a amante ideal, pronta para dizer: "Já passou." Ou o melhor: "Eu estou aqui!" Em certo sentido, nós somos um Jesus Cristo e a sua mulher é o nosso Roberto Carlos sempre à disposição.
Mas a amante ideal é sobretudo a mulher que não precisamos compreender, pois ela se compreende por nós e por ela. É como as coisas que sempre temos e nunca sabemos que temos. Não se esgota nunca e, quando nos surpreende fatigados, exaustos de outros fracassos, ela ali está, pronta, lúcida o bastante para saber cobrar a sua hora e nos ensinar o orgulho de a termos com a humildade que só ela nos pode dar.



Carlos Heitor Cony
Anos 2000
Livro: As Cem Melhores Crônicas Brasileiras

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Como Terminar Sem Sair Morto do Relacionamento

primeiro: nao use ninguem. nada a ver vc chamar terceiros pra envolver seus problemas inúteis.

segundo: assim que vc pede conselho....vc procura pensar exatamente em como imagina terminar com alguem e às vezes atende o querido conselho, senão, termina no 'foda-se'.

terceiro: se ponha no lugar da pessoa...ao mesmo tempo que deve se POR NO SEU LUGAR.

quarto: nao invente uma traiçao por algo que vc sabe que nao vai pra frente...e que deveria acabar.

quinto: ao decidir meeeesmo que nao dá mais...termine...antes que isso se torne uma bola de neve

sexto: opa! vc JÁ DEIXOU ISSO SE TRANSFORMAR NESSA PORRA.

sétimo: vc é uma pessoa malvada... portanto, faça o favor de se livrar da meleca que fez...

oitavo: ao falar com a pessoa, tente justificar ao máximo...se ver que a justificativa nao adianta diga - chega...eu tentei de tudo...nao dá mais, nao há mais justificativa...eu quero ficar sozinho...quero continuar minha vida...eu me sinto parado e alienado no mundo ao sentir que nao posso mais ficar com você...e é melhor que seja os dois colocarem os pés no chao.

nono: ela vai espernear, dar o show de madonna + britney juntas... VOCE mantenha-se FIRME...ela vai te provocar ao máximo....vc tem que continuar sem mesmo tentar falar uma palavra a mais....(PROCURE UM LUGAR EXTREMAMENTE CALMO E SOLITARIO...PQ ELA VAI DAR O SHOW.)

décimo: acabou, acabou....siga em frente, e nao a procure mais...mantenha-se afastado se puder dela, ou por perto se ela pedir. (claro que se ela tiver a recaída de pedir beijo...RESISTA, AFINAL, VC FOI HOMEM DE TER COMIDO ELA...SERÁ HOMEM DE DIZER NAO AO MENOS UMA VEZ.)

O Ministério da Saúde Adverte: ao terminar o namoro, nunca ligue pro SE, pois aumenta a expectativa do oponente. acabou, já era mané.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

10 razões para não existir ex:

1º - se fosse bom, não era ex.
2º - tudo que escreve em subnick exs costumam imaginar indiretinha suas para eles(as).
3º - fuçam seu orkut, vida, amigos para saber o que anda fazendo de sua vida e implicam com seus recados.
4º - adoram te fazer de propriedade deles(as) enquanto eles(as) não tem ninguem e vc tbm não.
5º - adoram puxar saco dos seus pais porque já pertenceram a sua família.
6º - ama pegar no seu pé achando que sabe das coisas e fica voltando no passado quando vcs estavam juntos.
7º - exs conhecem os lugares que vc frequenta. #elesperseguem
8º - enquanto vocês namoravam, ele(a) falava mal das(os) ex dele(a). depois que vocês terminam, ele(a) passa a falar mal de você.
9º - implicam com sua roupa e acha que seus amigos ainda são também dele(a).
10º e menos improvável - sempre diz pra você que seu(sua) atual nunca será como ele(a) foi para você.


também tive mãozinha: Mari.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Segunda Chance

Nem todo mundo tem uma segunda chance. Nem todo mundo merece uma segunda chance.
Para quem é rancorosa, às vezes parece ser fria diante de homens ou amigos quando te magoam.
Porque é uma vez só. E depois? Acaba, desgasta, não desce, não dá o braço a torcer, não cola mais, perde a confiança.
Aprendi que confiança é como cristal...quando quebra e depois cola, não é a mesma coisa.
É como ida e vinda de namoro iô-iô. E eu sinceramente acho isso a coisa MAIS RIDÍCULA do mundo. Se isso acontece com famosos, até parece bonitinho, não pense que é bonito quando se transforma na sua 'vidinha' real.
Uma vez que a pessoa te sacaneia, ela fará isso sempre.... ISSO É DE PRAXE. Uma vez que brigam por algum motivo, sempre vai rolar esse motivo pra desenterrar e brigar denovo mesmo que depois seja por outro motivo. Vamos entender uma coisa, JAMAIS pode mudar alguém que não muda. Nem tente principalmente quando a mente é infantil, ou madura demais...mesmo que seja também o meio termo. Se aceitou ficar com a pessoa, QUER O QUE ELA SEJA OU NÃO BOM PARA TI, acabou...escolheu(se ferrou...rs). Já dizia o grupo é o TCHAN: pau que nasce torto, nunca se endireita. Quando toma-se uma decisao, é nela que começa seus princípios de entender o que aconteceu antes e depois da atitude tomada. A partir disso, começa a perceber o que precisa mudar. É quando a pessoa vê o problema na outra sem entender que o problema MILHÕES DE VEZES é consigo.
Uma segunda chance a gente dá pra quem merece. Uma segunda chance, por vezes, deixa nas ruínas. Eu já dei uma segunda chance...mas achava que a pessoa merecia...pelo menos o quanto eu admirava deveria ter valor para pessoa entender que era importante para mim. Hoje tanto faz. Hoje ninguém merece segunda chance. Não pelo menos de mim.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Relacionamento Perfeito?

Ontem aconselhei alguém que era extremamente diferente de mim.
Sobre o que? Relacionamento. Namoro, ficar, rolo, amizade colorida...na boa, isso pra mim é viadagem. Ou é ou(como diz o papai) deixa de é.
Não existe meio termo, não existe é e não é ao mesmo tempo, não existe meio viado, meio grávida, meio amor, meio perfil, meio caráter.
Ou você gosta, ou você sente atração e não passa disso, ou você quer ficar de verdade com a pessoa...todo mundo tá cansado de saber que eu não acredito(TOTALMENTE) no amor e acredito no relacionamento eterno(em termos). Pra mim isso é uma mentira mal contada de pessoas que acham o amor da vida em um milésimo de segundo. Isso chama-se atração, pessoa doida, e não amor pra vida inteira.
Depois de um tempo que você conhece outras pessoas, amadurece as idéias, começa a largar mão de estar com a pessoa que gosta, porque sente que precisa se divertir. Porém, há controvérsias. Se você sai pra curtir com os amigos, você não sai pra beijar outra pessoa se realmente deseja estar com quem você está se relacionando. E não, isso não é feio. Chama-se respeito, e atitude suficiente de ser mulher ou homem de não sacanear com quem você está, não naquele segundo, mas sim alguém que está em sua mente fora da sua brincadeira de beijinho.
É muito gostoso quando você está com a pessoa, e depois que se conhecem, trocam idéias, planos que não incluem o outro(lógico, p*, você conheceu a pessoa agora!), e derepente, como diz na música de Bruno e Marrone: "o amor é assim, chega derepente e faz a gente se perder..."
acho que explica tudo. A pessoa não é ridicula por achar que ama alguém, mas desde que seja correspondida, fazer papel de idiota é idiota. Não penso mais em falar "eu amo voce" pra quem simplesmente não merece meu amor, eu dou valor pro meu amor...e Ana Maria Braga foi séria quando disse: "o amor é meu, eu dou pra quem eu quiser!", mesmo que isso tenha tornado-se uma sátira, é a pura verdade...
Entregar todos os pontos às vezes parece bobagem, e outra, essa viadagem de falar que 'fazer docinho' é legal, não, não é! hahahaha
Outra coisa que queria ressaltar sobre as mulheres: elas não estão se dando o luxo de se valorizar. Abre mão de familia, pra ficar com namorado e eu já fiz isso pra nunca mais repetir o erro. Larga tudo o que for preciso pra satisfazer uma vontade de quem simplesmente a 'seduziu' com um pedido - fica comigo, você tem o resto da sua vida pra ficar com a família...MENTIRA!!!! A família vai primeiro sem te largar(sim, estou falando de MORTE), e quem larga mão de você na primeira chance que tem é aquele que fez você largar sua família(acomoda-se denovo). E às vezes, não só ressaltando as mulheres, tem homem que passa por isso...Aceita os mimos e chiliques de namoradas nojentinhas(desculpa, mas é isso que parece), e tornam-se pau-mandados ou elas são seus carrascos sexuais preferidos.
Cá entre nós, nao dá pra viver um relacionamento através de algemas, muito menos num relacionamento aberto...É um lixo de vida quem não sabe se equilibrar e entender o limite correto. Se gosta, ótimo, queira ficar com a pessoa na hora certa. Ele ou ela(às vezes) não precisa morrer por ver que você saiu, foi esfriar a cabeça, tomar uma cerveja, curtir um pouco como merece, em seu juizo perfeito por favor. Não abuse da confiança. Esta é a base de um relacionamento depois do respeito. A partir do momento em que voce dá seu voto de confiança, você espera que a pessoa ande na linha melhor possível, e então, tecnicamente a pessoa deseja O MESMO.
A vida é a unica coisa que nos resta depois que nascemos, aproveitá-la da maneira mais segura, consciente, e ajuizada possível, também faz outras pessoas felizes. Não se acomode. A pessoa lhe deu espaço, ou estão testando você ou querem que você fique à vontade, mas não como você gostaria.
Aprendi que em um relacionamento(qualquer que seja: amigos, relacionamento sério, pais, família) se vive assim: não faça com os outros, o que não quer que façam com você. Não deseje pros outros o que não quer que desejem para você. Resumindo: você sabe como respeitar a pessoa e os limites dela.
Se depois disso terminar tudo, entenda, acabou. Pro meu perfil não rola replay. Eu não sou iô-iô. Aprendi com uma amiga isso. A pessoa passa a se aproveitar do que você tinha e o que você tem pra depois largar mão e seguir a vida dela(acomoda-se). Foi(muuuuito) bom enquanto durou. "que é posto enquanto é chama" - Mustinha quem me ensinou. 'Até que a morte os separe' é outra coisa que eu não acredito...Chama-se a loucura que se vive em um CASAMENTO(dá medo de falar essa palavra, e eu quase passei mal.). Típico de: você prometeu pro padre e na presença de Deus, agora cumpra se tem o caráter! hahahaha. Eu não me vejo casada, com filhos, marido. Me vejo com a minha casa, a minha vida, o meu carro, o meu emprego, o meu futuro, meus planos, minhas viagens. Se a outra pessoa quer participar desse futuro, ela não precisa mudar pra ficar comigo. Só acertar os detalhes das escovas e se juntar(a justiça cuida do resto hahahaha)! Se acabar, cada um vai pro seu canto denovo. E assim a vida segue...Conforme o figurino do século XXI.
nao estou conseguindo achar mais ideias, perdi tudo conforme fui escrevendo.

sábado, 26 de junho de 2010

Ciúmes...há limite?

Ciúmes...ouvi falar que ciúmes vem de berço.

há ciumes familiar, ciume de amor, ciumes possessivo, ciume obcessivo...

há ciumes saudavel e ciumes prejudicial. o ciumes saudavel chega a ser gostoso e afetivo, a ponto de dois corpos se entenderem de uma maneira que ninguem entenderia quando um sente carinho grande pelo outro e acaba rejeitando uma ideia de que alguem que gosta está nos braços de outra pessoa, mas nao leva a sério, pois sabe que esse alguém gosta inteiramente de voce e voce dela. ciume prejudicial é possessivo, ruim, egoista, maldoso; chega a prejudicar um relacionamento por culpa de uma simples dança, ou um simples gole de bebida para imaginar o que nao existe quando a pessoa está se divertindo e voce vive em um mundo seu de melancolia. essa especie de ciumes é infelicidade, que nao gosta de ver alguem que ama se divertindo pouco mais que voce, tecnicamente o modo egoista, torna-se desagradavel ao outro ver que isso está afetando piscicologicamente o jeito que a pessoa age de forma agressiva, ou louca. resume-se em dois times de ciumes extremamente diferentes que giram ao redor da pessoa com quem se envolve. só depende de cada um, e nao existe meio termo de ciumes. É aquele e ponto final, ou nao é ciumes.